sábado, 2 de agosto de 2008
quinta-feira, 26 de junho de 2008
terça-feira, 3 de junho de 2008
domingo, 25 de maio de 2008
Nem sempre tem forma
Ou se tem!
Não são as convencionais
Gosto de deixar a tinta correr
Deixar que se espalhe
Que inunde este branco
Num quadro como este
Nem chego a usar pincel
Atiro letras aos baldes
E espero que se forme
Qualquer figura
Deixo que a frieza destas paredes
Lhe atribua a sua forma
Que congele qualquer imagem
Ou se tem!
Não são as convencionais
Gosto de deixar a tinta correr
Deixar que se espalhe
Que inunde este branco
Num quadro como este
Nem chego a usar pincel
Atiro letras aos baldes
E espero que se forme
Qualquer figura
Deixo que a frieza destas paredes
Lhe atribua a sua forma
Que congele qualquer imagem
sexta-feira, 9 de maio de 2008
domingo, 17 de fevereiro de 2008
Despelho
É sempre um duelo
Com o espelho
Com a imagem reflectida
Com a carne com que me apregoo
Mas hoje de tão fragil
E tantas voltas, me, dei
Partiu se,
Agora..., Sou
Os milhões de imagens que se reflectem nos cacos espalhados pelo chão
Com o espelho
Com a imagem reflectida
Com a carne com que me apregoo
Mas hoje de tão fragil
E tantas voltas, me, dei
Partiu se,
Agora..., Sou
Os milhões de imagens que se reflectem nos cacos espalhados pelo chão
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Meioveio
O meio é um veio
Do tronco cultural
A que vais beber
Tem cuidado...
A escolher,
A floresta, onde te vais embrenhar...
Do tronco cultural
A que vais beber
Tem cuidado...
A escolher,
A floresta, onde te vais embrenhar...
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