sábado, 13 de setembro de 2008


Esse vermelho vibrante de vida
Esse jorrar de cor
Esse calor húmido que me abraça
Quando me beijas
Essa carne que se enrosca uma na outra, quando se falam.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008



Nem tanto à carne, nem tanto à alma.
Este eterno dilema, este recorrente dualismo...
É mais um dos fardos que nos mandam carregar, que nos atiram para os ombros quando começamos a bocejar qualquer raciocinio.
Não há um sem o outro, porque é que o tentamos separar?
Esse acto tão antinatural de processar sem filtrar o pensamento na carne,
ou essa carne que não é fumada pelo fogo da razão.
Essa, não tem sabor, não tem corpo, não há sequer ideia de carnes assim...

sábado, 2 de agosto de 2008

Puxo as cordas mas as palavras não soam.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Mais um dia em banho-maria.

terça-feira, 3 de junho de 2008

domingo, 25 de maio de 2008

Nem sempre tem forma
Ou se tem!
Não são as convencionais

Gosto de deixar a tinta correr
Deixar que se espalhe
Que inunde este branco

Num quadro como este
Nem chego a usar pincel
Atiro letras aos baldes
E espero que se forme
Qualquer figura

Deixo que a frieza destas paredes
Lhe atribua a sua forma
Que congele qualquer imagem

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Os dissabores de hoje
Trazem já no seu travo
A verdadeira degustação
Do amanhã