quinta-feira, 18 de setembro de 2008




Fecho os olhos e desapareço
Elevo-me, perco-me
Quando de repente, abro os olhos

C
a
i
o

Os sentidos apoderaram-se de novo de mim
Ando sonâmbulo na esperança de ser puxado outra vez



segunda-feira, 15 de setembro de 2008


Troquei as minhas pedras por pequenos grãos de areia
Baptizei-me consecutivamente
E mesmo assim não me renovei
Não vejo sair um homem novo dessas águas



sábado, 13 de setembro de 2008


Esse vermelho vibrante de vida
Esse jorrar de cor
Esse calor húmido que me abraça
Quando me beijas
Essa carne que se enrosca uma na outra, quando se falam.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008



Nem tanto à carne, nem tanto à alma.
Este eterno dilema, este recorrente dualismo...
É mais um dos fardos que nos mandam carregar, que nos atiram para os ombros quando começamos a bocejar qualquer raciocinio.
Não há um sem o outro, porque é que o tentamos separar?
Esse acto tão antinatural de processar sem filtrar o pensamento na carne,
ou essa carne que não é fumada pelo fogo da razão.
Essa, não tem sabor, não tem corpo, não há sequer ideia de carnes assim...

sábado, 2 de agosto de 2008

Puxo as cordas mas as palavras não soam.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Mais um dia em banho-maria.

terça-feira, 3 de junho de 2008